quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Como investir na bolsa de valores


Se você já sabe o que quer fazer com seu dinheiro e porque investir em ações, deve começar de fato a investir.  Isso pode ser feito em poucos passos e você verá que aplicar seu dinheiro é tão fácil como investir na bolsa de valores

1) Escolha a sua Corretora

As negociações na bolsa são intermediadas por corretoras e bancos, assim, o primeiro passo para investir na bolsa é escolher qual corretora de valores está de acordo com o seu perfil.

Existem dezenas de corretoras e bancos que oferecem estes serviços, mas o nível do serviço prestado, as ferramentas e as tarifas variam muito de um lugar para o outro. Em geral, as corretoras apresentam taxas inferiores às dos bancos, mas muita gente prefere investir pelo seu banco, pela comodidade de não ter de abrir uma nova conta em uma corretora.

Se você for um investidor iniciante, considere também o apoio educacional que sua corretora oferece, ela será um dos principais aliados em aprender como investir na bolsa de valores.

2) Aprenda a usar seu Home Broker

Depois de passada a parte burocrática de envio de documentação, registro e autenticação nas corretoras, você terá acesso a uma plataforma online pela qual vai realizar suas ordens de compra e venda. Essa plataforma é geralmente disponibilizada pela grande maioria das corretoras e tem o nome de Home Broker, ou seja, o seu “corretor em casa” .

Cada Home Broker tem serviços e funcionalidades diferentes, mas, em geral, a lógica é a mesma. Você poderá configurar seu monitor da maneira que preferir para visualizar gráficos e cotações das ações.

Na maioria dos Home Brokers, basta clicar no ativo que aparecerá uma janela para que escolha preço e quantidade que quer comprar ou vender, após selecionas basta clicar no envio da ordem e aguardar que o negócio seja feito.

3) Escolha suas ações

Antes de realizar qualquer operação, se informe, leia sobre as empresas, analise seus resultados financeiros, ouça o que outros investidores estão comentando etc. Quando você já tiver mais conhecimento, poderá também utilizar Análise Técnica e Análise Fundamentalista para que sua escolha seja a melhor possível. 

4) Faça a sua oferta!

Existem milhares preços que outros investidores estão ofertando ou demandando, esse conjunto de preços se chama book de ofertas. O preço da ação é uma média desses preços. Por definição o preço que estão pedindo para vender o ativo (os ofertantes) é maior que o preço demandado por quem quer comprar, pois todo mundo quer comprar o mais barato possível.

Para ativos líquidos, se você quiser comprar a um preço muito abaixo do preço praticado naquele momento, pode ser que a operação não seja conclua no mesmo dia. Assim, se você acha que o preço do momento está interessante, mande sua oferta de compra ao preço de mercado mesmo que geralmente a operação será concluída em poucos segundos e você terá as ações que queria comprar.


5) Acompanhe o mercado

Depois de compradas as suas ações, seu trabalho como investidor ainda não acabou! Continue se atualizando constantemente com notícias, artigos, opiniões de analistas, etc. Aproveitar os momentos certos para vender é tão importante como saber qual ação comprar.

E por último, mas não menos importante:

6) Tenha disciplina!

Agora que você já sabe como investir na bolsa de valores, não esqueça: a única coisa certa nos seus investimentos em ações é que os preços vão subir e descer. Portanto, não fique desesperado com o sobe e desce do mercado, tenha foco e lembre-se do seus objetivos com este investimento.

No longo prazo e com um portfólio diversificado, a bolsa de valores é um investimento seguro e pode contribuir para que você alcance seus objetivos.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O marketing de serviços e seus 8P’s


A competitividade do mundo atual rege a necessidade do aprimoramento constante da qualidade na prestação de serviços. As empresas precisam perceber que diante de tamanha concorrência, o foco principal tem que ser sempre o atendimento às necessidades do cliente. E a qualidade dos serviços é de extrema importância para o atendimento deste objetivo.
E o marketing pode ajudar muito neste processo. Por isso, hoje vamos falar um pouco sobre um assunto que está no centro das discussões nos dias de hoje: marketing de serviços. Veja abaixo um pouco sobre o que é e como funciona, através de seus 8P’s. Confira:

O que é o Marketing de Serviços?


Marketing de serviços pode ser definido como um grupo de atividades operacionais que têm como objetivo investigar, obter e servir a demanda por assistência. Além disso, inclui atividades como analisar, planejar, implementar e controlar as necessidades do consumidor com qualidade e lucratividade.Fundamentalmente, podemos definir marketing de serviços como o conjunto de esforços e ações que otimizam uma venda com o objetivo de encantar o cliente, diferenciando a empresa da concorrência.Hoje, o marketing de serviços é visto nas organizações como uma ferramenta capaz de interagir com todas as áreas da empresa, de forma que seus resultados possam ser mensurados de forma financeira ou mesmo através do fortalecimento da imagem da empresa perante seus clientes.

A importância de conhecer o comportamento do cliente:

Nenhuma ação de marketing pode ser tomada ou mesmo gerar retorno caso nao se tenha uma base de conhecimento do comportamento do consumidor. As empresas precisam saber quem são seu público-alvo e conhecer suas expectativas, pois precisam suprí-las e muitas vezes estar acima do que o cliente espera, estabelecendo, assim, um diferencial sobre a concorrencia e conquistando credibilidade.

Composto do marketing de serviços

A teoria é a mesma utilizada para o marketing utilizado por empresas que comercializam produtos. Porém, os serviços caracterizam um mercado mais dinâmico e, por isso, alguns pontos do composto de marketing precisam ser avaliados de acordo com sua ótica, como segue:

Produto:

Qual o “produto” entregue em um serviço? Ou ainda, o que vem a ser o conceito de produto em serviços?
Na verdade, produtos e serviços têm a mesma finalidade, isto é, satisfazem um desejo ou necessidade dos consumidores, gerando satisfação e valor. No caso da prestação dos serviços, o produto é considerado um componente intangível.


Preço:
São grandes as diferenças de percepção de preço entre produtos e serviços. Em primeiro lugar, em serviços existe uma incidência maior de custos fixos do que de custos variáveis. Grande parte dos serviços, portanto, possui custos invisíveis para o cliente. Em segundo lugar, a grande diferença está no que chamamos de poder de comparação, onde um produto pode ser facilmente comparado a outro, enquanto que um serviço precisa ser analisado com maiores detalhes.

Praça:


A distribuição de serviços implica, quase sempre, a distribuição de custos fixos. Distribuir serviços requer a disponibilidade dos mesmos no momento em que o cliente precisa, visto que eles não são estocáveis, e por isso exigem um planejamento mais apurado.



Promoção:


As comunicações em serviços costumam ser pessoais e interativas, com o alto predomínio da indicação, do boca-a-boca e da venda pessoal. Mesmo nos casos de comunicação de massa, tem-se uma forte presença de pessoas e é por isso que se diz que a comunicação tem o papel de intangibilizar os serviços.

Além dos 4P’s tradicionais, o marketing de serviços possui ainda outros 4P’s muito importantes que você deve conhecer e entender, vamos a eles:

Pessoas:


Quando falamos em pessoas, estamos nos referindo a todos aqueles envolvidos, direta ou indiretamente, na prestação do serviço em si. No caso dos serviços, diferentemente dos produtos, a mão-de-obra é a matéria-prima para a produção dos serviços, portanto, a preocupação com as pessoas envolvidas é de fundamental importância.
O gestor precisa pensar sempre em treinar e capacitar seus funcionários, criando neles a idéia de que os clientes precisam ser bem tratados, sendo o foco do atendimento. Garantindo, assim, um impacto positivo direto na qualidade do atendimento.

Processos:


Este item é muito importante, e representa todos os fluxos de trabalho, procedimentos e metodologias utilizadas na prestação de um serviço.  O gestor precisa entender os seus processos e otimizá-los para garantir o sucesso da prestação do serviço e, consequentemente, a fidelização do cliente.

Produtividade e qualidade:


Não é segredo pra ninguém que produtividade e qualidade são fatores de sucesso em qualquer empresa. Por isso, é necessário ter atenção especial a estes aspectos no marketing de serviços. É preciso assegurar a produtividade dos colaboradores e manter a qualidade na prestação do serviço, desde seu planejamento até o momento da entrega ao cliente.

Perfil (Physical Evidence):


Quando falamos em perfil, estamos falando no local onde o serviço é prestado. Falamos sobre as evidências físicas da prestação de serviço, como: layout do escritório, atendimento, cartão de visitas, equipamentos, instalações etc. É preciso pensar em onde e como os serviços são prestados e como isto pode ser maximizado para que a experiência de consumo do cliente possa ser a melhor possível.

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Sem dúvidas, o marketing de serviços apresenta-se como meio de sobrevivência e crescimento para as empresas modernas. Seja no segmento B2B (empresas para empresas) ou mesmo diretamente aos clientes, as organizações têm cada vez mais a necessidade de repensar continuamente suas formas de atuação no mercado, já que pensar em marketing de serviços é pensar em ganho financeiro e de imagem, através de um bom desempenho.

Fonte

domingo, 5 de agosto de 2012

As armadilhas do financiamento de capital de giro

Por: Marco Antônio Murara


Vamos abordar Capital de Giro como o valor financeiro que a empresa necessita para financiar seu ciclo operacional. Tal ciclo começa na compra das matérias-primas, passa pela estocagem, produção, comercialização e termina com o recebimento dos clientes. O lucro gerado neste ciclo deve permitir que a empresa pague seus fornecedores e remunere os sócios.
O capital de giro é essencial no processo de gestão financeira, pois, na maior parte dos casos acontece primeiro a saída de dinheiro para a compra da matéria prima e depois o recebimento proveniente das vendas. Este ciclo cria uma necessidade de aplicação constante de dinheiro. Esta necessidade aumenta principalmente em momentos de redução nas vendas ou períodos de rápido crescimento da empresa. Em pouquíssimos casos a necessidade de capital de giro é negativa, ou seja, o pagamento de fornecedores acontece somente depois do recebimento de clientes. 
Quando o lucro de uma empresa é insuficiente para cobrir a necessidade de capital de giro o empreendedor se obriga a colocar mais dinheiro próprio no negócio. Há empreendedores que vendem bens pessoais na insistência de cobrir a necessidade de giro de um negócio que perdeu a competitividade ou que está com a estratégia errada. Outra forma de cobrir esta necessidade é buscar financiamento externo.
Iniciar um negócio próprio sem capital de giro, somente com o necessário para comprar equipamentos e abrir as portas é um erro comum de alto risco. Salvo se o negócio tiver vendas e lucratividade muito altas este tipo de erro alimenta as estatísticas de empresas que fecham as portas em menos de 2 anos de atividades.
Ainda existe a prática comum de saldar um financiamento de capital de giro buscando outro. Isto pode ser o princípio de uma “bola de neve” que compromete a sustentabilidade econômica do negócio.
Este tipo de linha de crédito é válida em casos esporádicos, quando se está em crise mas existe um horizonte melhor no médio prazo ou ainda quando há a oportunidade de atender um grande pedido de um cliente. Neste caso o lucro obtido na venda do produto ou serviço deve ser maior do que a taxa de juros que será paga ao banco.
A velha máxima de fazer uma reserva financeira durante o período de “vacas gordas” para não precisar aportar mais recurso próprio ou buscar em bancos nos períodos de crise ainda está valendo. Lembre-se: A falta de dinheiro é o sintoma. Buscar mais dinheiro pode agravar o problema. A solução geralmente está em ajustar a administração e mudar a estratégia.


Fonte:www.artigos.com

Aviso:O lucro da empresa não é o seu salário.


Por Marco Antônio Murara

Confundir as contas pessoais com as da empresa é um erro comum para muitos empreendedores.


Pró-labore é o nome dado ao “salário do dono da empresa”. É a retribuição recebida pelo proprietário da empresa referente ao trabalho realizado nela. Distribuição de lucros é a retribuição dada ao empreendedor pelo investimento feito por ele no negócio, mas para isto algumas regras devem ser seguidas. 
Conhecer estes conceitos é muito importante para que seja possível gerenciar estes importantes valores. Para as contas que o empreendedor tem em sua casa, diversão com a família e outros investimentos, deve-se utilizar o pró-labore ou a distribuição de lucros. As contas da empresa devem ser pagas com recursos gerados na empresa.
O pró-labore deve ser dimensionado conforme a capacidade que a empresa tem de remunerar o empreendedor. Não é possível ter vida de milionário se a empresa tem um faturamento pífio. Já no caso da distribuição de lucros, ela só existe se existirem lucros. Empresa com prejuízo não tem o que distribuir! Quanto mais a empresa crescer organizadamente mais será possível recompensar o empreendedor. 
É comum os empreendedores misturarem a conta bancária da pessoa física com a da pessoa jurídica. Há casos em que tudo está numa conta só. Desta forma não é possível fazer uma administração financeira eficiente e provavelmente a bagunça vai atrapalhar o desempenho do negócio. Depositar religiosamente o pró-labore em sua conta pessoal e também trazer o carnê do carro ou as despesas do carnaval na Bahia para a empresa pagar não ajuda.
Se o empreendedor vê uma grande soma financeira no caixa da empresa ou no saldo bancário deve saber que existem custos fixos e variáveis que devem ser saldados. A casa na praia ou a pick-up cabine dupla fica para quando a distribuição de lucros permitir. O lucro da empresa serve para que ela cresça, não “raspe a panela”.
Você pode ter um ótimo produto, bom atendimento, faturamento alto e clientes satisfeitos, mas sem a gestão financeira correta, esta empresa que parece um sonho pode ruir em poucos meses. Quem retira mais do que pode acaba atrasando salários e não pagando fornecedores.
Busque ajuda, faça cursos, contrate consultores ou converse com seu contador, ele é seu primeiro parceiro e o maior interessado no crescimento da sua empresa. Faça certo, assim você chegará onde deseja.

Fonte:www.artigos.com

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

7 dicas para ser um bom empreendedor



Muita gente tem o sonho de ser o próprio patrão. No Brasil, em 2010, foram abertas 1.370.464 empresas, um aumento de 101% em relação a 2009, segundo dados do Departamento Nacional de Registros do Comércio.

Porém, conseguir abrir seu negócio, não significa conseguir mantê-lo aberto por muito tempo. Infelizmente, também é grande o número de pequenas empresas que fecham as portas antes de completarem 5 anos de vida.

Tendo isso em vista, o empresário Rogimar Rios, que acredita que "um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem por objetivo o sucesso", deu 7 dicas para quem quer se tornar um bom empreendedor.

1. Saiba lidar com personalidades desafiadoras. Ouça-as com o coração e com os olhos, não somente com os ouvidos.
2. Tenha determinação e disciplina. Anote idéias e faça seu planejamento com dia, hora e local em que tudo deverá acontecer.
3. Seja inteligente, saiba usar o seu pensamento a seu favor. Seus pensamentos determinam a sua freqüência e seus sentimentos lhe dizem imediatamente em que freqüência você está. Quando se sente mal, você está na freqüência que atrai coisas ruins, prejudicando o alcance de suas metas.
4. Tenha meta e siga um método. Quando uma pessoa tem os dois, ela rompe barreiras.
5. Tenha fé, mas não deixe de agir para modificar a realidade. Vá do pensamento à ação.
6. Empreendedor deve encontrar, avaliar e desenvolver a oportunidade de criar algo novo.
7. Tire proveito do fracasso. Saiba usar a experiência sem sucesso em aprendizado. 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Planejamento com fluxo de caixa


Fluxo de caixa é uma ferramenta que permite o gestor financeiro de uma empresa visualizar as futuras entradas e saídas de recursos financeiros da organização. Assim, ele pode fazer o planejamento de quando precisará de mais ou de menos dinheiro em caixa, tomando decisões mais assertivas.

Para montá-lo, é necessário que se conheçam as entradas de caixa (que podem ser: receitas de vendas; obtenção de empréstimos bancários; ou aporte dos sócios) e as saídas de caixa (contas a pagar; pagamentos de empréstimos; ou despesas esporádicas pagas à vista).

Com base nos pagamentos e recebimentos dos meses anteriores, se faz a projeção futura de como será a movimentação de caixa da empresa. É bom utilizar a prudência, prevendo receitas menores e despesas mais altas que a média – assim se evita surpresas.

Dessa forma, caso se observe a possível falta de recursos financeiros em uma determinada data, é interessante que a empresa procure aumentar sua receita nesse período, por exemplo, privilegiando as vendas à vista. Por outro lado, em um cenário de folga de dinheiro em caixa, pode ser mais vantajoso para a empresa favorecer as vendas à prazo.

O saldo final de um fluxo de caixa não indica, necessariamente, se a empresa está tendo lucro ou prejuízo. É necessário avaliar se, no período em questão, houve, por exemplo, entrada de capital vinda dos sócios; ou se há valores futuros a pagar ou a receber.

Um fluxo de caixa é montado com os valores na data do efetivo recebimento ou pagamento. Por exemplo, uma venda de R$ 500,00 na condição “metade em 30 e metade para 60 dias” feita no dia 2 de julho de 2012 entrará nos fluxos de caixa de agosto e de setembro, sendo R$ 250,00 em cada um.

Essa é uma ferramenta relativamente simples que, ao ser utilizada corretamente, permite aos gestores das empresas planejar seu futuro, e saber, por exemplo, quando terá recursos disponíveis para investimentos e quando terá que frear os gastos.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Você sabe o que é CPA 10 ?


Certificação Profissional Série 10, ou simplesmente CPA-10, é uma certificação profissional oferecida pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). 

A CPA-10 destina-se a atestar que profissionais que desempenham atividades de comercialização e distribuição de produtos de investimento, diretamente ao público investidor em agências bancárias, tenham conhecimento do mercado.

Para receber tal certificação, o profissional deve realizar uma prova e ter 70% de acertos. O valor da inscrição é aproximadamente R$170,00

Mas porque isso é importante para mim??

Várias instituições estão considerando esse certificado como um diferencial no momento da contratação. Seu valor tem aumentado e possui-lo agrega bastante valor ao seu currículo, pois atesta que você possui conhecimentos suficientes para trabalhar com investimentos e para aconselhar pessoas no momento da venda de produtos dentro de agências bancárias. Ou seja, se você tem a intenção de trabalhar em agências bancárias ou em qualquer outro lugar lidando diretamente com mercado futuro e investimentos, tal certificação é bastante importante para sua carreira. 


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Benchmarking

A palavra benchmarking significa marco, um ponto de referência, ou seja, consiste em procurar, encontrar e superar os pontos fortes dos concorrentes, proporcionado resultados significantes para as empresas.
Benchmarking é um processo de pesquisa que realiza comparações entre processos e práticas realizados entre empresas (concorrentes ou não), para identificar qual o melhor método de gerar vantagem competitiva. É um processo continuo de avaliação de desempenho utilizado não somente em produtos e serviços, mas também em funções, métodos e práticas em relação aos melhores valores mundiais.
QUANDO REALIZAR O BENCHMARKING?                                                                
·        Na implantação de programas de qualidade.
·        Na aceleração de processos de redução de custos e orçamentos.
·        Nas tentativas de melhorar as operações da empresa.
·        Na inclusão ou mudanças nas gerências.
·        Na inclusão de novas operações ou novos empreendimentos.
·        Na revisão das estratégias existentes.
·        Nos ataques competitivos da concorrência ou no estabelecimento de crises.
 POR QUE FAZER BENCHMARKING?
Uma empresa deve utilizar o benchmarking quando deseja atingir uma capacidade competitiva elevada, prosperar em uma economia global e ainda sobreviver em um mercado competitivo. O benchmarking também é utilizado para melhorar os processos internos na empresa, onde poderão ser analisados os métodos utilizados nas várias unidades produtivas para verificar porque em uma unidade sua aplicação é eficiente e em outra não. O uso do benchmarking poderá proporcionar as empresas maiores ganhos em competitividade, pois além de aprender com os outros, poderá evoluir como empresa e melhorar cada vez mais seus produtos e serviços.
TIPOS DE BENCHMARKING
·        Interno: focado em unidades diferentes de uma mesma organização.
·        Competitivo: focado em organizações que disputam o mesmo mercado.
·        Genérico: aborda grupos de tarefas ou funções em processos mais complexos que atravessam a organização e são encontrados facilmente em outras empresas, como por exemplo, o processo de entrada de um pedido até a entrega do produto ao cliente.
·        Funcional: investiga o desempenho de uma função específica numa aplicação dentro da indústria.
Em uma era de mudanças aceleradas, competição global crescente, onde não pode existir ineficiência e falta de eficácia, o benchmarking não é uma atividade opcional, mas necessária em todos os níveis da organização.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sobre rendas variáveis: Por que investir em ações na bolsa de valores?

Com certeza o desejo de muitos é saber onde colocar aquele dinheiro suado que vai se juntando ao longo do tempo "Ainda vale a pena investir em renda fixa? Onde investir para obter o melhor ganho? É a hora de investir em ações na bolsa?"
para ter uma melhor rentabilidade. Com o Brasil entrando na realidade do patamar dos juros internacionais, com a Selic cada vez mais baixa (consequentemente os retornos para investimentos em renda fixa também), ficam as perguntas: Ainda vale a pena investir em renda fixaOnde investir para obter o melhor ganho? É a hora de investir em ações na bolsa?


Primeira questão: Ainda vale a pena investir em renda fixa?


Atualmente a taxa de juros referencial, a Selic, está em 8,75% ao ano, isso é quanto o governo paga para os banco, mas dificilmente um investidor comum conseguirá esse valor, as letras do tesouro, por exemplo, não passam de 7 % a.a. atualmente, consequentemente fundos de renda fixa também não passam disso. Outro ponto importante que não devemos desconsiderar são os tributos, taxas e a inflação do período, pois isso tem forte impacto no resultado final.

Vamos fazer um exemplo com as informações acima. Digamos que você tenha um bom relacionamento com o seu banco (e um bom volume para aplicação) e então você conseguiu 8% a.a para aplicar seu dinheiro, Vamos ver quanto sobra líquido para você. Primeiro temos que descontar o imposto de renda, que para aplicações de renda fixa, pode variar de 15 a 22,5%, vamos pegar 20% para facilitar as contas, que é a taxa para quem permanecer mais de 6 meses; (8% descontados 20% = a 6,40% a.a). Agora vamos descontar a inflação, que é o poder de compra que seu dinheiro perde com o passar do tempo devido ao aumento de preço do custo de vida, a meta de inflação deste ano, é de 4,5% a.a (deve dar mais, mas essa é a meta, e vamos pegá-la como base); então agora temos 6,40% - 4,5%, sobram 1,9%. "sendo assim dos 8%a.a sobra apenas um rendimento liquido de 0,9% ao ano!"Bom, não parou por aí, tem a taxa de administração que é cobrada pelos bancos, que pode variar de 1% a 4% ao ano, como neste nosso exemplo você é um grande investidor e tem um bom relacionamento no banco, vai pagar o mínimo de 1%; Concluindo, 1,9% - 1% de taxa de adm., sendo assim dos 8%a.a sobra apenas um rendimento liquido de 0,9% ao ano! Sim, está tudo correto, é isso mesmo.

Renda Fixa descontanda (ganhos líquidos)
Bom, pra quem ainda não tinha feito essas contas, já deu pra perceber que o máximo que se tem atualmente com a renda fixa é a atualização do capital, praticamente não sobra ganho algum sobre o dinheiro investido. Com a poupança a estória não é muito diferente, projetando algo em torno de 6,5% para este ano, sem o Imposto de renda e sem a taxa de administração, sobram 2% líquidos ao ano; lembrando que agora a poupança é isenta do imposto de renda apenas para investidores com menos de 50mil.

Segunda questão:
Onde investir para obter o melhor ganho? É a hora de investir em ações na bolsa?

Agora chegou na questão na qual todo mundo quer saber! Com o histórico de nosso país, com um passado de juros alto, instabilidade econômica e mais um monte de coisas que não preciso nem citar, onde se inclui também "países desenvolvidos o percentual da população com algum investimento em renda variável é, em média, superior a 80%, em quanto no Brasil não chega nem a 0,5%"uma questão social e cultural, ao longo dos anos os brasileiros adquiriram uma certa desconfiança quando o assunto é investimento em bolsa de valores, seja pelo cenário econômico que nosso país na viveu, seja pela questão cultura do brasileiro por não ter acesso fácil ao conhecimento para investir em ações. Nos Estados Unidos e em países desenvolvidos o percentual da população com algum investimento em renda variável é, em média, superior a 80%, em quanto no Brasil não chega nem a 0,5%.
O que pouca gente sabe é que a bolsa de valores possui alternativas de investimentos para todos os perfis de investidores, dos arrojados aos mais conservadores. Você pode por exemplo fazer investimentos na bolsa de valores onde não há possibilidade de perda do capital, que são operações conhecidas como capital protegido, muito difundidos nos POPs da Bovespa (operações combinadas com ações e opções em operações de baixo risco para o investidor), ou seja, nesse tipo de operação você pode ter um lucro máximo já pré-conhecido, algo em torno de 3% em média ou então não perde nada. Há também operações box, esse tipo de operação é tão parecido com a renda fixa (apesar de em geral permitir taxas melhores) que o governo exige o recolhimento de IR como uma operação de renda fixa (em geral operações em bolsa tem tributação melhor, além de isenções). E esses são apenas alguns exemplos, existem várias possibilidades...
Uma outra consideração importante para investimentos em bolsa de valores, e que no Brasil não tem se dado a devida importância (provavelmente por essa cultura dos juros altos), são osdividendos  pagos pelas empresas, que nada mais é do que a distribuição dos lucro para os acionistas, lembrando que quem adquire uma ação torna-se sócio de uma empresa e portanto tem direito aos proventos.
"Os dividendos têm uma característica muito importante: o imposto de renda já é descontado na fonte, portanto o valor recebido já é líquido"Os dividendos têm uma característica muito importante: o imposto de renda já é descontado na fonte, portanto o valor recebido já é líquido. Outro fator importante é que em geral as empresas estão com os preços de seus produtos sempre atualizados com relação a inflação, portanto a atualização de seu patrimônio Exemplo de dividendos pagos em 12 meses:
Exemplo de dividendos pagos em 12 meses.
  ocorrerá naturalmente. Além disso as empresas usam uma parte do lucro para reinvestir na própria empresa, fazer ampliações da capacidade produtiva, abertura de novos mercados, etc.
É claro que o preço da ação pode oscilar muito, mas em geral essas oscilações nopreço das ações não alteram o desempenho da empresa e nem tampouco seus lucros e consequentemente seusdividendos. Além disso, como já citei, apenas uma parte dos lucros é distribuída nos dividendos, outra parte é usada para reinvestir na empresa, contribuindo para um crescimento futuro ainda maior (possibilitando dividendos futuros ainda maiores). É por isso que se diz que as ações possuem um viés natural de alta, porque no longo prazo uma empresa deve apresentar melhores retornos queinvestimentos em renda fixa, senão não faria sentido ela existir.
Se você também quiser investir em ações na bolsa de valores, procure fazer um curso de investimento para ter o conhecimento que vai lhe permitir obter bons ganhos. Seu primeiro investimento é com o seu conhecimento, pois exatamente o que ainda deixa muitas pessoas no Brasil de fora desse mercado é a falta de conhecimento no mesmo, e muito acabam entrando sem o preparo necessário para fazer isso e acaba não tendo o retorno que deveria, muitas vezes culpando o sistema, quando na verdade foi ele que já começou sem o preparo necessário. Hoje as facilidades são muitas, aqui mesmo no portal Investmax você pode aprender a investir sem sair de casa ou do seu escritório, com o conforto de um curso interativo e on-line.
Agora é com você, ao ler este artigo você já deu os primeiros passos demonstrando interesse e preocupação para ter um bom rendimento para seu dinheiro, agora basta você fazer a sua escolha se fica com a renda fixa ou se permite adequar-se ao novo cenário que o país está entrando e aprende a investir em ações. Desejo sucesso nesse processo e, caso precise, a Investmax se coloca a disposição para ajudá-lo neste caminho.

Sobre renda fixa e variável

Renda Variável


O investimento em ações, principal alternativa de investimento voltada ao longo prazo, está em pleno desenvolvimento no mercado de capitais brasileiro. Cada vez mais investidores estão deixando de se contentar com os ganhos moderados proporcionados pela renda fixa e passando a desfrutar dos benefícios do mercado de renda variável.

Renda variável, aliás, é a primeira definição que os investidores devem conhecer. Se pensarmos que a maior parte dos recursos aplicados no Brasil ainda está voltada ao segmento de renda fixa, é fácil imaginar que rentabilidades negativas, comuns em um mercado que oscila a cada instante, geram desconforto à maior parte dos aplicadores.

Entretanto, a idéia de segurança ocasionada por investimentos em renda fixa não pode ser acompanhada pela falsa impressão de insegurança que, por muitas vezes, é atribuída ao mercado acionário. Quando uma empresa abre o capital, os investidores que adquirem suas ações passam a ser donos, na mesma proporção, de parte daquele negócio.

A oscilação de preços é, portanto, consequência de uma relação natural entre a oferta e a demanda dos investidores. Saber que o desenvolvimento econômico ocorre em ciclos e a Bolsa de Valores, como principal termômetro de uma economia, responde a esta evolução, é suficiente para perceber por que ser dono de parte das principais empresas do país pode ser um excelente negócio.


Renda Fixa

O planejamento financeiro é somente a primeira etapa de um processo de investimento. A criação de um hábito de poupar e de uma cultura de investir passa pelo conhecimento de importantes variáveis, como taxas de juros e inflação. O aumento de preços observado ao longo do tempo, por exemplo, é um desafio constante à manutenção do poder de compra de cada investidor.

A rentabilidade oferecida pelos investimentos deve ser no mínimo equivalente à inflação, garantindo a manutenção do padrão de vida atual nos anos subsequentes. Contudo, o atual cenário econômico permite ir além. Os juros nominais brasileiros, em reposta à instabilidade do passado, superam a inflação e compreendem uma recompensa a mais à disciplina dos investidores.

O investimento em renda fixa compreende importante alternativa dentro deste cenário. Um fundo de investimento inserido nesta categoria, por exemplo, permite ao investidor ir além da preservação de capital sem incorrer em grandes riscos: sua relação risco-retorno permite a classificação da categoria como um investimento conservador.

Importante perceber, porém, que os menores riscos são proporcionais aos retornos que podem ser auferidos – considerando as inúmeras alternativas de investimento disponíveis, os investidores que não dependerão dos recursos no curto prazo, desejando maiores ganhos de capital, podem usufruir de opções de investimento voltadas ao longo prazo, como os fundos de investimento em renda variável.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Marketing de relacionamento. Um diferencial competitivo?



Sim. Afinal, um dos grandes desafios do marketing digital é, sem dúvida,    evoluir   com o público-alvo.

Desde os primórdios, sabe-se que a implementação do marketing em uma empresa requer uma orientação para o cliente, baseada em um conhecimento profundo do mercado. Essa implementação não deve ser somente responsabilidade da área de marketing, mas de toda a empresa, resultando, assim, no aumento da capacidade de adaptação a ambientes em constantes mudanças, além de garantir a satisfação dos consumidores.
Para o marketing digital, o desafio é ainda maior, pois as mudanças no ambiente web são velozes e, para satisfazer o cliente, cada dia mais exigente e interativo, é preciso o uso de maior “inteligência” nas estratégias para gerir um bom relacionamento.
A palavra de ordem para o ambiente digital é ser “relevante” para os consumidores, pois não podemos esquecer que nosso público-alvo também é um grande gerador de informação, na mesma velocidade em que as mudanças acontecem. Dar informação e saber escutar é o ponto fundamental dos dias atuais.
Novas técnicas e táticas estão sendo estudadas, dia a dia. A web oferece inúmeras opções para manter um bom relacionamento com o consumidor; ferramentas para o exercício do marketing, determinantes na função: objetivo e público-alvo.
A quantidade de informações que transita na web, em tempo real, faz com que o fator conquistar a atenção” seja predominante na hora de traçar as ações de marketing. Aliado ao uso da ferramenta certa, somará pontos positivos no respeito ao atendimento do seu público.
CABRAL A. S. Economia Digital: uma perspectiva estratégica para negócios
MCNAMARA, C. P. The present status of the marketing concept.- Journal of Marketing

quarta-feira, 25 de julho de 2012

O Administrador faz acontecer!

Por Adm. Marizete Furbino

Em meio a tanta turbulência do séc. XXI, mais do que nunca, a figura do administrador dentro de qualquer organização, seja de pequeno, médio ou grande porte, se tornou imprescindível.
Assim como o médico é essencial à vida de qualquer cliente, o administrador é essencial em qualquer organização.
O séc. XXI vem recheado de incertezas, desafios e mudanças constantes, e ninguém melhor para assumir riscos, com maior probabilidade de acertos, obtendo resultado esperado, do que um administrador.
O administrador, sendo o grande responsável por toda organização, procura atuar com muito comprometimento e envolvimento. Com o seu talento e competência irá contribuir para que a organização a qual esteja inserido, não só sobreviva neste mercado globalizado, onde a competitividade é tão acirrada, mas, permaneça sólida no mesmo. E este constitui um dos grandes desafios para o administrador, que com muita maestria, consegue realizar suas ações, pautadas na eficiência e eficácia, obtendo resultados esperados e trabalhando sempre em prol da melhoria contínua da organização.
Como agente desvelador da realidade em que vive, agente de mudança e de transformação, o administrador através de seus conhecimentos e de sua visão, realiza análise da organização e do mercado, verificando as oportunidades, ameaças, as fraquezas e fortalezas, o que faz com que a organização a qual está sob sua direção, faça um diferencial no mercado, transformando fraquezas em fortalezas e ameaças em oportunidades.
As organizações devem reconhecer, que o administrador foi preparado para ocupar o seu lugar no mercado e que contratando-o, só se tem ganho, pois, este profissional é capaz de alavancar qualquer organização.
O administrador, através de uma visão sistêmica, visão esta, do todo organizacional, desenvolve um trabalho de qualidade, conseguindo êxito em suas ações com e através das pessoas que fazem parte de todo processo organizacional.
Através de sua competência, sabe muito bem atrair, manter e reter talentos, enxergando cada funcionário como colaborador e como um dos maiores patrimônios que a organização possui, realizando um trabalho, onde todos os departamentos executam suas atividades em equipe, de forma harmoniosa, interligada, interagida e inter-relacionada, conduzindo o processo de tal forma que todos não só conheçam os objetivos organizacionais, mas trabalhem com colaboração, cooperação, afinco e dedicação, em prol dos mesmos.
O administrador é um exímio identificador e solucionador de problemas. Age em tempo hábil, procurando fazer do tempo o seu aliado e das pessoas que compõem a equipe verdadeiros parceiros, proporcionando que a organização atenda as perspectivas destes e que estes atendam as perspectivas da organização.
O administrador nunca deixa de atualizar seus conhecimentos, está sempre buscando-os, pois, tem plena consciência que, o saber é inesgotável e que para crescer profissionalmente precisa saber mais e mais, para assim, fazer o diferencial no mercado.
Possui uma capacidade de relacionamento invejável, pois, sabe que depende das pessoas para se obter o resultado desejado.
O administrador além de atuar com profissionalismo e de preocupar-se em demasia com o seu nome, se preocupa também, com suas atitudes, comportamentos e condutas, pois, sabe que é um ser humano notado e visado dentro e fora da organização, tem consciência que seu estilo influencia o comportamento das pessoas e que qualquer deslize é imperdoável e pode ter a conotação de perdas, caso não sejam condizentes com a política organizacional em que está inserido. Cidadania e ética são palavras que estão presentes de fato na vida profissional de um administrador.
Sem o administrador, a organização não descobrirá o caminho, não saberá quais estratégias utilizar e como resultado, não chegará a lugar algum.

Fonte: www.sobreadministracao.com