segunda-feira, 30 de julho de 2012

Benchmarking

A palavra benchmarking significa marco, um ponto de referência, ou seja, consiste em procurar, encontrar e superar os pontos fortes dos concorrentes, proporcionado resultados significantes para as empresas.
Benchmarking é um processo de pesquisa que realiza comparações entre processos e práticas realizados entre empresas (concorrentes ou não), para identificar qual o melhor método de gerar vantagem competitiva. É um processo continuo de avaliação de desempenho utilizado não somente em produtos e serviços, mas também em funções, métodos e práticas em relação aos melhores valores mundiais.
QUANDO REALIZAR O BENCHMARKING?                                                                
·        Na implantação de programas de qualidade.
·        Na aceleração de processos de redução de custos e orçamentos.
·        Nas tentativas de melhorar as operações da empresa.
·        Na inclusão ou mudanças nas gerências.
·        Na inclusão de novas operações ou novos empreendimentos.
·        Na revisão das estratégias existentes.
·        Nos ataques competitivos da concorrência ou no estabelecimento de crises.
 POR QUE FAZER BENCHMARKING?
Uma empresa deve utilizar o benchmarking quando deseja atingir uma capacidade competitiva elevada, prosperar em uma economia global e ainda sobreviver em um mercado competitivo. O benchmarking também é utilizado para melhorar os processos internos na empresa, onde poderão ser analisados os métodos utilizados nas várias unidades produtivas para verificar porque em uma unidade sua aplicação é eficiente e em outra não. O uso do benchmarking poderá proporcionar as empresas maiores ganhos em competitividade, pois além de aprender com os outros, poderá evoluir como empresa e melhorar cada vez mais seus produtos e serviços.
TIPOS DE BENCHMARKING
·        Interno: focado em unidades diferentes de uma mesma organização.
·        Competitivo: focado em organizações que disputam o mesmo mercado.
·        Genérico: aborda grupos de tarefas ou funções em processos mais complexos que atravessam a organização e são encontrados facilmente em outras empresas, como por exemplo, o processo de entrada de um pedido até a entrega do produto ao cliente.
·        Funcional: investiga o desempenho de uma função específica numa aplicação dentro da indústria.
Em uma era de mudanças aceleradas, competição global crescente, onde não pode existir ineficiência e falta de eficácia, o benchmarking não é uma atividade opcional, mas necessária em todos os níveis da organização.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sobre rendas variáveis: Por que investir em ações na bolsa de valores?

Com certeza o desejo de muitos é saber onde colocar aquele dinheiro suado que vai se juntando ao longo do tempo "Ainda vale a pena investir em renda fixa? Onde investir para obter o melhor ganho? É a hora de investir em ações na bolsa?"
para ter uma melhor rentabilidade. Com o Brasil entrando na realidade do patamar dos juros internacionais, com a Selic cada vez mais baixa (consequentemente os retornos para investimentos em renda fixa também), ficam as perguntas: Ainda vale a pena investir em renda fixaOnde investir para obter o melhor ganho? É a hora de investir em ações na bolsa?


Primeira questão: Ainda vale a pena investir em renda fixa?


Atualmente a taxa de juros referencial, a Selic, está em 8,75% ao ano, isso é quanto o governo paga para os banco, mas dificilmente um investidor comum conseguirá esse valor, as letras do tesouro, por exemplo, não passam de 7 % a.a. atualmente, consequentemente fundos de renda fixa também não passam disso. Outro ponto importante que não devemos desconsiderar são os tributos, taxas e a inflação do período, pois isso tem forte impacto no resultado final.

Vamos fazer um exemplo com as informações acima. Digamos que você tenha um bom relacionamento com o seu banco (e um bom volume para aplicação) e então você conseguiu 8% a.a para aplicar seu dinheiro, Vamos ver quanto sobra líquido para você. Primeiro temos que descontar o imposto de renda, que para aplicações de renda fixa, pode variar de 15 a 22,5%, vamos pegar 20% para facilitar as contas, que é a taxa para quem permanecer mais de 6 meses; (8% descontados 20% = a 6,40% a.a). Agora vamos descontar a inflação, que é o poder de compra que seu dinheiro perde com o passar do tempo devido ao aumento de preço do custo de vida, a meta de inflação deste ano, é de 4,5% a.a (deve dar mais, mas essa é a meta, e vamos pegá-la como base); então agora temos 6,40% - 4,5%, sobram 1,9%. "sendo assim dos 8%a.a sobra apenas um rendimento liquido de 0,9% ao ano!"Bom, não parou por aí, tem a taxa de administração que é cobrada pelos bancos, que pode variar de 1% a 4% ao ano, como neste nosso exemplo você é um grande investidor e tem um bom relacionamento no banco, vai pagar o mínimo de 1%; Concluindo, 1,9% - 1% de taxa de adm., sendo assim dos 8%a.a sobra apenas um rendimento liquido de 0,9% ao ano! Sim, está tudo correto, é isso mesmo.

Renda Fixa descontanda (ganhos líquidos)
Bom, pra quem ainda não tinha feito essas contas, já deu pra perceber que o máximo que se tem atualmente com a renda fixa é a atualização do capital, praticamente não sobra ganho algum sobre o dinheiro investido. Com a poupança a estória não é muito diferente, projetando algo em torno de 6,5% para este ano, sem o Imposto de renda e sem a taxa de administração, sobram 2% líquidos ao ano; lembrando que agora a poupança é isenta do imposto de renda apenas para investidores com menos de 50mil.

Segunda questão:
Onde investir para obter o melhor ganho? É a hora de investir em ações na bolsa?

Agora chegou na questão na qual todo mundo quer saber! Com o histórico de nosso país, com um passado de juros alto, instabilidade econômica e mais um monte de coisas que não preciso nem citar, onde se inclui também "países desenvolvidos o percentual da população com algum investimento em renda variável é, em média, superior a 80%, em quanto no Brasil não chega nem a 0,5%"uma questão social e cultural, ao longo dos anos os brasileiros adquiriram uma certa desconfiança quando o assunto é investimento em bolsa de valores, seja pelo cenário econômico que nosso país na viveu, seja pela questão cultura do brasileiro por não ter acesso fácil ao conhecimento para investir em ações. Nos Estados Unidos e em países desenvolvidos o percentual da população com algum investimento em renda variável é, em média, superior a 80%, em quanto no Brasil não chega nem a 0,5%.
O que pouca gente sabe é que a bolsa de valores possui alternativas de investimentos para todos os perfis de investidores, dos arrojados aos mais conservadores. Você pode por exemplo fazer investimentos na bolsa de valores onde não há possibilidade de perda do capital, que são operações conhecidas como capital protegido, muito difundidos nos POPs da Bovespa (operações combinadas com ações e opções em operações de baixo risco para o investidor), ou seja, nesse tipo de operação você pode ter um lucro máximo já pré-conhecido, algo em torno de 3% em média ou então não perde nada. Há também operações box, esse tipo de operação é tão parecido com a renda fixa (apesar de em geral permitir taxas melhores) que o governo exige o recolhimento de IR como uma operação de renda fixa (em geral operações em bolsa tem tributação melhor, além de isenções). E esses são apenas alguns exemplos, existem várias possibilidades...
Uma outra consideração importante para investimentos em bolsa de valores, e que no Brasil não tem se dado a devida importância (provavelmente por essa cultura dos juros altos), são osdividendos  pagos pelas empresas, que nada mais é do que a distribuição dos lucro para os acionistas, lembrando que quem adquire uma ação torna-se sócio de uma empresa e portanto tem direito aos proventos.
"Os dividendos têm uma característica muito importante: o imposto de renda já é descontado na fonte, portanto o valor recebido já é líquido"Os dividendos têm uma característica muito importante: o imposto de renda já é descontado na fonte, portanto o valor recebido já é líquido. Outro fator importante é que em geral as empresas estão com os preços de seus produtos sempre atualizados com relação a inflação, portanto a atualização de seu patrimônio Exemplo de dividendos pagos em 12 meses:
Exemplo de dividendos pagos em 12 meses.
  ocorrerá naturalmente. Além disso as empresas usam uma parte do lucro para reinvestir na própria empresa, fazer ampliações da capacidade produtiva, abertura de novos mercados, etc.
É claro que o preço da ação pode oscilar muito, mas em geral essas oscilações nopreço das ações não alteram o desempenho da empresa e nem tampouco seus lucros e consequentemente seusdividendos. Além disso, como já citei, apenas uma parte dos lucros é distribuída nos dividendos, outra parte é usada para reinvestir na empresa, contribuindo para um crescimento futuro ainda maior (possibilitando dividendos futuros ainda maiores). É por isso que se diz que as ações possuem um viés natural de alta, porque no longo prazo uma empresa deve apresentar melhores retornos queinvestimentos em renda fixa, senão não faria sentido ela existir.
Se você também quiser investir em ações na bolsa de valores, procure fazer um curso de investimento para ter o conhecimento que vai lhe permitir obter bons ganhos. Seu primeiro investimento é com o seu conhecimento, pois exatamente o que ainda deixa muitas pessoas no Brasil de fora desse mercado é a falta de conhecimento no mesmo, e muito acabam entrando sem o preparo necessário para fazer isso e acaba não tendo o retorno que deveria, muitas vezes culpando o sistema, quando na verdade foi ele que já começou sem o preparo necessário. Hoje as facilidades são muitas, aqui mesmo no portal Investmax você pode aprender a investir sem sair de casa ou do seu escritório, com o conforto de um curso interativo e on-line.
Agora é com você, ao ler este artigo você já deu os primeiros passos demonstrando interesse e preocupação para ter um bom rendimento para seu dinheiro, agora basta você fazer a sua escolha se fica com a renda fixa ou se permite adequar-se ao novo cenário que o país está entrando e aprende a investir em ações. Desejo sucesso nesse processo e, caso precise, a Investmax se coloca a disposição para ajudá-lo neste caminho.

Sobre renda fixa e variável

Renda Variável


O investimento em ações, principal alternativa de investimento voltada ao longo prazo, está em pleno desenvolvimento no mercado de capitais brasileiro. Cada vez mais investidores estão deixando de se contentar com os ganhos moderados proporcionados pela renda fixa e passando a desfrutar dos benefícios do mercado de renda variável.

Renda variável, aliás, é a primeira definição que os investidores devem conhecer. Se pensarmos que a maior parte dos recursos aplicados no Brasil ainda está voltada ao segmento de renda fixa, é fácil imaginar que rentabilidades negativas, comuns em um mercado que oscila a cada instante, geram desconforto à maior parte dos aplicadores.

Entretanto, a idéia de segurança ocasionada por investimentos em renda fixa não pode ser acompanhada pela falsa impressão de insegurança que, por muitas vezes, é atribuída ao mercado acionário. Quando uma empresa abre o capital, os investidores que adquirem suas ações passam a ser donos, na mesma proporção, de parte daquele negócio.

A oscilação de preços é, portanto, consequência de uma relação natural entre a oferta e a demanda dos investidores. Saber que o desenvolvimento econômico ocorre em ciclos e a Bolsa de Valores, como principal termômetro de uma economia, responde a esta evolução, é suficiente para perceber por que ser dono de parte das principais empresas do país pode ser um excelente negócio.


Renda Fixa

O planejamento financeiro é somente a primeira etapa de um processo de investimento. A criação de um hábito de poupar e de uma cultura de investir passa pelo conhecimento de importantes variáveis, como taxas de juros e inflação. O aumento de preços observado ao longo do tempo, por exemplo, é um desafio constante à manutenção do poder de compra de cada investidor.

A rentabilidade oferecida pelos investimentos deve ser no mínimo equivalente à inflação, garantindo a manutenção do padrão de vida atual nos anos subsequentes. Contudo, o atual cenário econômico permite ir além. Os juros nominais brasileiros, em reposta à instabilidade do passado, superam a inflação e compreendem uma recompensa a mais à disciplina dos investidores.

O investimento em renda fixa compreende importante alternativa dentro deste cenário. Um fundo de investimento inserido nesta categoria, por exemplo, permite ao investidor ir além da preservação de capital sem incorrer em grandes riscos: sua relação risco-retorno permite a classificação da categoria como um investimento conservador.

Importante perceber, porém, que os menores riscos são proporcionais aos retornos que podem ser auferidos – considerando as inúmeras alternativas de investimento disponíveis, os investidores que não dependerão dos recursos no curto prazo, desejando maiores ganhos de capital, podem usufruir de opções de investimento voltadas ao longo prazo, como os fundos de investimento em renda variável.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Marketing de relacionamento. Um diferencial competitivo?



Sim. Afinal, um dos grandes desafios do marketing digital é, sem dúvida,    evoluir   com o público-alvo.

Desde os primórdios, sabe-se que a implementação do marketing em uma empresa requer uma orientação para o cliente, baseada em um conhecimento profundo do mercado. Essa implementação não deve ser somente responsabilidade da área de marketing, mas de toda a empresa, resultando, assim, no aumento da capacidade de adaptação a ambientes em constantes mudanças, além de garantir a satisfação dos consumidores.
Para o marketing digital, o desafio é ainda maior, pois as mudanças no ambiente web são velozes e, para satisfazer o cliente, cada dia mais exigente e interativo, é preciso o uso de maior “inteligência” nas estratégias para gerir um bom relacionamento.
A palavra de ordem para o ambiente digital é ser “relevante” para os consumidores, pois não podemos esquecer que nosso público-alvo também é um grande gerador de informação, na mesma velocidade em que as mudanças acontecem. Dar informação e saber escutar é o ponto fundamental dos dias atuais.
Novas técnicas e táticas estão sendo estudadas, dia a dia. A web oferece inúmeras opções para manter um bom relacionamento com o consumidor; ferramentas para o exercício do marketing, determinantes na função: objetivo e público-alvo.
A quantidade de informações que transita na web, em tempo real, faz com que o fator conquistar a atenção” seja predominante na hora de traçar as ações de marketing. Aliado ao uso da ferramenta certa, somará pontos positivos no respeito ao atendimento do seu público.
CABRAL A. S. Economia Digital: uma perspectiva estratégica para negócios
MCNAMARA, C. P. The present status of the marketing concept.- Journal of Marketing

quarta-feira, 25 de julho de 2012

O Administrador faz acontecer!

Por Adm. Marizete Furbino

Em meio a tanta turbulência do séc. XXI, mais do que nunca, a figura do administrador dentro de qualquer organização, seja de pequeno, médio ou grande porte, se tornou imprescindível.
Assim como o médico é essencial à vida de qualquer cliente, o administrador é essencial em qualquer organização.
O séc. XXI vem recheado de incertezas, desafios e mudanças constantes, e ninguém melhor para assumir riscos, com maior probabilidade de acertos, obtendo resultado esperado, do que um administrador.
O administrador, sendo o grande responsável por toda organização, procura atuar com muito comprometimento e envolvimento. Com o seu talento e competência irá contribuir para que a organização a qual esteja inserido, não só sobreviva neste mercado globalizado, onde a competitividade é tão acirrada, mas, permaneça sólida no mesmo. E este constitui um dos grandes desafios para o administrador, que com muita maestria, consegue realizar suas ações, pautadas na eficiência e eficácia, obtendo resultados esperados e trabalhando sempre em prol da melhoria contínua da organização.
Como agente desvelador da realidade em que vive, agente de mudança e de transformação, o administrador através de seus conhecimentos e de sua visão, realiza análise da organização e do mercado, verificando as oportunidades, ameaças, as fraquezas e fortalezas, o que faz com que a organização a qual está sob sua direção, faça um diferencial no mercado, transformando fraquezas em fortalezas e ameaças em oportunidades.
As organizações devem reconhecer, que o administrador foi preparado para ocupar o seu lugar no mercado e que contratando-o, só se tem ganho, pois, este profissional é capaz de alavancar qualquer organização.
O administrador, através de uma visão sistêmica, visão esta, do todo organizacional, desenvolve um trabalho de qualidade, conseguindo êxito em suas ações com e através das pessoas que fazem parte de todo processo organizacional.
Através de sua competência, sabe muito bem atrair, manter e reter talentos, enxergando cada funcionário como colaborador e como um dos maiores patrimônios que a organização possui, realizando um trabalho, onde todos os departamentos executam suas atividades em equipe, de forma harmoniosa, interligada, interagida e inter-relacionada, conduzindo o processo de tal forma que todos não só conheçam os objetivos organizacionais, mas trabalhem com colaboração, cooperação, afinco e dedicação, em prol dos mesmos.
O administrador é um exímio identificador e solucionador de problemas. Age em tempo hábil, procurando fazer do tempo o seu aliado e das pessoas que compõem a equipe verdadeiros parceiros, proporcionando que a organização atenda as perspectivas destes e que estes atendam as perspectivas da organização.
O administrador nunca deixa de atualizar seus conhecimentos, está sempre buscando-os, pois, tem plena consciência que, o saber é inesgotável e que para crescer profissionalmente precisa saber mais e mais, para assim, fazer o diferencial no mercado.
Possui uma capacidade de relacionamento invejável, pois, sabe que depende das pessoas para se obter o resultado desejado.
O administrador além de atuar com profissionalismo e de preocupar-se em demasia com o seu nome, se preocupa também, com suas atitudes, comportamentos e condutas, pois, sabe que é um ser humano notado e visado dentro e fora da organização, tem consciência que seu estilo influencia o comportamento das pessoas e que qualquer deslize é imperdoável e pode ter a conotação de perdas, caso não sejam condizentes com a política organizacional em que está inserido. Cidadania e ética são palavras que estão presentes de fato na vida profissional de um administrador.
Sem o administrador, a organização não descobrirá o caminho, não saberá quais estratégias utilizar e como resultado, não chegará a lugar algum.

Fonte: www.sobreadministracao.com

terça-feira, 24 de julho de 2012

Frases da Semana

"O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência."
Henry Ford


"Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso, e trabalhar em conjunto é a vitória."
Henry Ford

Sorteio da Rifa

A Íntegra Consultoria Júnior rifou o livro Managing - Desvendando o Dia a Dia da Gestão de Henry Mintzberg. 




O ganhador foi o número 61, Erika Quiel da Faculdade de Administração UFG 3° Período. Parabéns Erika!!
(O sorteio foi realizado utilizando o site random.org)


Para mais informações sobre Henry Mintzberg assista o vídeo abaixo:





sábado, 21 de julho de 2012

Você sabe como agir em uma entrevista de emprego? Veja algumas dicas importantes.


Uma entrevista de emprego não se resume a responder uma dúzia de perguntas ou rezar para que seu currículo seja aceito. Uma preparação antecipada é de extrema necessidade. Se muitos profissionais, já empregados, têm dúvidas quanto à forma correta de agir em uma reunião ou até para manter contatos corriqueiros com seus superiores e colegas de trabalho, imagine quando você é o alvo de uma entrevista.


A etiqueta empresarial surgiu para te dar uma força nesses momentos de dúvida. Dominar determinada área técnica não é mais o único fator relevante para o sucesso profissional. "No mercado competitivo de trabalho, é exigido do profissional também a competência pessoal", afirma Lívio Callado, consultor de marketing pessoal e etiqueta empresarial, autor do livro "Relacionamentos Interpessoais". Podemos dividir nossas qualidades em dois patamares:



Competência pessoal
- Sentir-se feliz e satisfeito(a) consigo mesmo(a);
- Estar motivado todos os dias;
- Amar o que faz;
- Fazer sempre o melhor;

- Manter a tranquilidade e a calma. 


Competência profissional
- Escolher a profissão certa;
- Fazer cursos de aperfeiçoamento e aprimoramento;
- Atualizar-se;
- Aceitar desafios.

Mas não pára por aí. A imagem é e sempre será seu cartão de visita. Portanto, quando for batalhar um emprego, deixe em casa as roupas coloridas, transparentes e decotadas, as saias justas, as bijuterias grandes e pesadas, aquele terninho pink, o sapato velho e desgastado.

Tente também evitar, ou melhor controlar o máximo o nervosismo. É totalmente compreensível que no momento da entrevista você fique nervoso, ansioso, impaciente, etc, mas são coisas que você aprende a controlar, pois esse fatores podem atrapalhar sua performance e acabar resultando na sua exclusão do processo seletivo.

Outro fator que está diretamente relacionado com sua imagem na hora da entrevista é a comunicação. De nada adianta estar muito bem vestido, andar corretamente, cumprimentar as pessoas adequadamente, se, na hora de expor suas idéias na entrevista, só ouve-se erros de concordância verbal, gírias, piadinhas de mau gosto, interrupções constantes para contar vantagem (achando que isso enriquecerá seu currículo...), etc. É importante manter um vocabulário formal e profissional na hora da entrevista. E sempre quando for questionada, pare, pense, formule sua resposta com calma e responda.

Uma última dica é ser verdadeiro, não invente, não minta sobre sua personalidade, suas qualidades, cursos feitos, pois pode ser que de primeira mão você seja selecionado mas como "mentira tem perna curta" uma hora ou outra ela irá aparecer e além do constrangimento que você irá passar, isso poderá resultar em sua demissão.


Segue por fim, um ótimo exemplo de como não fazer

Espero ter ajudado, Boa sorte para todos!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

As perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego

Durante a entrevista, o profissional vai se deparar com todo o tipo de perguntas, cujo objetivo é traçar seu perfil para saber se está adequado ao cargo e corresponde às necessidades da empresa. Não fuja das perguntas. Responda todas elas, mesmo aquelas que parecem ser difíceis. Para não ser pego de surpresa, preparamos uma relação com as questões mais freqüentes.


1 - Por que motivo você está desempregado?
2 - Por que está demorando tanto para arrumar um novo emprego?
3 - Se foi demitido, qual a causa? Você considera justa a demissão? Por quê?
4 - Se pediu demissão, por quê?
5 - Qual sua expectativa com relação ao seu futuro profissional ?
6 - Quais os planos com relação à sua formação?
7 - Quais suas realizações mais importantes?
8 -  Quais foram seus fracassos?
9 -  Por que você deseja trabalhar nesta empresa?
10 - Que tipo de contribuição poderia nos trazer?
11 - Quanto tempo seria necessário para isso acontecer?
12 - O que o motiva profissionalmente?
13 - Como você avalia seu último emprego e seu último chefe?
14 - O que você procura em seu trabalho?
15 - Quais são seus objetivos pessoais?
16 - Quais são suas qualidades?
17 - E os seus defeitos?
18 - Fale sobre o último livro que leu?
19 - O que gosta de fazer nas horas livres?
20 - Como você harmoniza vida pessoal e profissional?
21 - Como sua família o vê profissionalmente?
22 - Quais as suas expectativas com relação ao cargo?



Fonte: www.curriex.com.br
http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=4bg0pmetr

quinta-feira, 19 de julho de 2012

A batalha pela publicidade infantil


Por Arnaldo Rabelo*


Uma criança assiste à televisão no sofá da sala. Nos intervalos do desenho animado, comerciais agitados se revezam. Um deles, de um biscoito colorido, chama a atenção do pequeno. Imediatamente, o pai é solicitado a atender ao novo desejo da criança. Se sentindo culpado por não poder passar tanto tempo quanto gostaria com seu filho, corre para compensar sua ausência com biscoitos. A criança come satisfeita, já pensando no próximo pedido.


Situações como esta são comuns – no Brasil e no mundo todo. As crianças são curiosas, ávidas por aprender sobre tudo. Gostam de novidades. Como todos nós, têm necessidades e desejos. Muitos são atendidos através do consumo.

Mas críticas a este processo são frequentes. Dizem que gera consumismo, obesidade, entre outros males. De fato, a obesidade infantil é um problema crescente. A valorização do consumo como forma de expressão da identidade também. E a causa de tudo isso tem sido atribuída à publicidade. A solução parece simples: proibir a publicidade direcionada à criança. É o que alguns defendem.

Dizem que todo problema tem uma resposta simples, clara e... errada. Me parece ser o caso aqui. No exemplo acima, devemos considerar vários pontos. O que não é saudável à criança não é o consumo eventual de biscoitos, mas seu consumo excessivo. Os pais têm uma responsabilidade permanente sobre seus filhos: impor limites. É parte importante da educação. Afinal, o mundo imporá limites ao jovem e adulto. Sem limites, o filho torna-se um tirano. E o futuro adolescente será inseguro.

Se o produto anunciado pode causar malefícios, ele deve ser o principal objeto de mudança. As empresas devem oferecer alimentos sem excesso de açúcar, sódio ou gordura saturada. E ainda devem orientar para o consumo moderado. Se não o fizerem, poderão perder vendas futuras. Se não houver publicidade de produtos infantis, a programação infantil perde seus patrocinadores. Sem eles, torna-se inviável. Sem entretenimento infantil, as crianças seriam condenadas à programação adulta, tão mais inadequada.

A criança já é protegida hoje de possíveis excessos das empresas por uma série de normas e regulamentações: Código de Defesa do Consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, Conar, Anvisa... Como se não bastasse, há projetos de lei bem mais radicais em trâmite. O PL 5921/2001 propõe simplesmente a proibição de toda publicidade direcionada à criança, apesar de seu teor ter sofrido várias modificações durante estes 10 anos em que passa de comissão em comissão. O PL 87/2011 quer a proibição de qualquer forma de publicidade dentro de escolas do ensino básico. O PL 244/2011 considera abusiva a publicidade que possa induzir a criança a desrespeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família. Eu gostaria de saber quem serão os sábios definidores destes valores éticos e balizadores daquilo que conspira contra eles. Há ainda o PL 702/2011, que busca eliminar a publicidade infantil no período das 7 às 22 horas, pretendendo colocar assim as crianças a salvo.

A publicidade de produtos que a criança consome tem sido tratada por certos setores como a de cigarros ou de bebidas alcoólicas. É uma postura perigosamente radical. Busca tirar dos pais a possibilidade de escolha. O código de autorregulamentação publicitária já orienta que “nenhum anúncio dirigirá apelo imperativo de consumo diretamente à criança”, que não deverá “impor a noção de que o produto proporcione superioridade ou inferioridade” e que deve respeitar “a ingenuidade, a credulidade e inexperiência” dos menores.

São raros os países que proíbem a publicidade infantil: Canadá (apenas em Quebec, desde 1980), Suécia (desde 1991) e Noruega (desde 1992). Curiosamente, são raras também as próprias crianças nesses países. A população infantil do Brasil, de 44 milhões de pessoas, é maior que a população inteira de todos esses lugares somados. O impacto econômico de uma eventual proibição desse tipo no nosso país seria enorme.

O Estado não deve ter a pretensão de decidir pelos pais o que é melhor para as crianças. E as empresas devem ser responsáveis ao lançar e divulgar produtos direcionados ao público infantil. Melhor que proibição, precisamos de conscientização.

*Arnaldo Rabelo é consultor em marketing infantil, MBA em marketing pela Fundação Getúlio Vargas, diretor da Associação Brasileira de Licenciamento (Abral) e coautor dos livros “Licensing” e “Marketing Infantil”.

Falem bem ou falem mal, mas comprem de mim!

Para aqueles que estão sempre conectados às redes sociais, você provavelmente ouviu falar na semana passada do mais novo viral da internet, uma saga chamada “Perdi meu amor na balada”. Ela retrata a história de um jovem paulistano, Daniel Alcantara que conheceu uma garota numa balada em São Paulo, conversaram bastante, trocaram telefones e nas palavras do nosso protagonista “foi amor a primeira vista”.Todos os ingredientes necessários para uma história de amor. Mas tudo vai por água abaixo quando no dia seguinte Daniel não consegue encontrar o papel onde ele anotou o telefone; começa então uma caça atrás da citada menina, Fernanda. A fim de conseguir o maior número de pistas possíveis, o rapaz cria uma página no Facebook e posta um vídeo onde ele retrata toda a história. Com único vídeo de 1 minuto e 14 segundos, em dois dias, mais de 20.000 pessoas já haviam acessado a página e se mobilizado na busca de Fernanda.

Três vídeos e 7 dias depois, a saga terminou com um final um tanto quanto polêmico, no mínimo. Com um vídeo, dessa vez longo e bem produzido que retratou toda a história descrita, Daniel finalmente encontra Fernanda através de uma foto tirada pelo celular de outro rapaz na boate, para o deleite dos 100.000 seguidores da história. Porém, nos últimos 05 segundos o telespectador tem uma surpresa, e com um anúncio de agradecimento da Nokia a todos que apoiaram o casal, revela-se que na verdade tudo não passava de uma campanha publicitária do tal celular.

De uma forma ou de outra, a empresa conseguiu o que queria, seu viral já atingiu mais de 1 milhão de visualizações. Foi questão de minutos para que os internautas começassem a bombardear a página da Nokia com mensagens sobre o desfecho da história. Sentimentos de traição e repúdio com a marca foram citados tão repetitivamente que aqueles que elogiaram a campanha, em sua maioria publicitários e marketeiros, mal tiveram espaço para se manifestar. A empresa tenta conter as exaltações dando explicações individuais sobre o intuito da campanha.

O que fica agora em aberto é a resposta do público, aqueles que se sentiram enganados pela empresa, que no caso parece ser a grande maioria, conseguirá pensar na marca Nokia sem pensar nas razões negativas pelas quais ela ficou marcada no seu consciente? A divulgação de um nome ou produto realmente vale qualquer preço? Ficamos, eu, você, os idealizadores da campanha e principalmente a Nokia, no aguardo dessas respostas.





Segue o link da página para quem quiser conhecer melhor a história de Daniel <
http://www.facebook.com/PerdiMeuAmorNaBalada>

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Todo mundo quer um trabalho desafiador?

Todo mundo quer um trabalho desafiador?

Essa afirmação é falsa. Muitos empregados realmente querem trabalhos desafiadores, porém algumas pessoas  gostam e são melhores em trabalhos rotineiros e mais simples.

A variável que explica quem prefere e quem não prefere o trabalho desafiador  são as necessidades de nível superior. Pessoas com elevada necessidade de crescimento respondem melhor ao trabalho desafiador. Enfim, muitos trabalhadores se sentem bem em ter  trabalhos desafiadores, mas esse desejo tem sido generalizado pelas pessoas e pelo mercado de trabalho. Pois há pessoas que satisfazem as necessidades de nível superior em atividades fora do trabalho, ocorrendo assim a possibilidade de não quererem nada desafiador em suas atividades de trabalho.

Desse modo as funções e cargos em uma organização devem se encaixar ao perfil dos colaboradores para que haja um melhor desenvolvimento organizacional.

Fonte: Adaptado de Robbins, S. P; Judge, T. A; Sobral, F. Comportamento Organizacional teoria e prática no contexto brasileiro. 14ª edição - Editora Pearson; Capítulo 8- Motivação: do conceito às aplicações, p. 235. São Paulo, 2011. 

sábado, 14 de julho de 2012

Íntegra Recomenda: Coursera

Em abril de 2012, foi anunciado a criação do Coursera, uma plataforma de ensino interativo que disponibiliza cursos on-line gratuitos para estudantes em todo o mundo. O Coursera vai oferecer mais de 30 cursos universitários   sobre assuntos que vão desde mitologia grega a neurologia, de cálculo a poesia norte-americana contemporânea. As aulas serão projetadas e ministradas por professores de Stanford, Princeton, Universidade da Califórnia em Berkeley, Universidade da Pensilvânia e Universidade de Michigan.
Nos cursos serão incorporadas tarefas, exames, aulas em vídeo e fóruns on-line, que responderão as perguntas dos alunos.Testes de múltipla escolha e de respostas curtas serão avaliados via computador. Os estudantes não receberão créditos da faculdade. Mas o Coursera pode oferecer "certificados de conclusão" ou transcrições mediante pagamento de uma taxa. Uma empresa também pode tentar lucrar conectando empregadores com alunos que tenham demonstrado aptidão em uma determinada área.

Para aqueles que tem conhecimento avançado da língua inglesa, disponibilidade de tempo e curiosidade e vontade de participar de um curso ministrado por professores de grandes universidades, registre-se em https://www.coursera.org/



Para visualizar os cursos, duração e data de início: 
https://www.coursera.org/courses